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Ver com o coração

Adote um animal  -  4 de fevereiro de 2010 - por Tati  - 0 comentário

Encontrei esse artigo no blog maedecachorro
e pra variar fiquei muito emocionada.
Gostaria de compartilhar esse vídeo com as pessoas que gostam de animais e tb com as que não gostam.
Devemos respeitar muito esses seres, não somos superiores a eles!


Cachorro vira mascote de cemitério no Distrito Federal

O repórter cinematográfico Márcio Muniz registrou o dia a dia de um cachorro que dá exemplo. Ele mostra que é possível prestar solidariedade apenas em silêncio.
Basta se fazer presente.

De onde o cachorro veio, ninguém sabe. Simplesmente apareceu e tomou espaço. Lugar, aliás, pouco disputado, bem a frente de um cortejo fúnebre. Toda vez que tem uma procissão, ele acompanha. Os coveiros acham graça da situação.

E assim o cachorro de sem dono virou de estimação. Afinal, acabou fazendo companhia a quem nunca ninguém gosta de ver por perto. “Ele é gente boa, não dá trabalho nenhum”, diz o coveiro José Pereira.

Simpatia à parte, os amigos coveiros não mandam na rotina dele não. Aliás, ninguém manda. “Já tem uns seis meses que ele está na área. O pessoal o coloca pra correr, mas ele volta”, conta o coveiro.

E sozinho, há seis meses, o cachorro construiu os próprios hábitos.
A coleira dele: a compaixão.
Repare, ele mora ao lado da capela 05.
Quando a família e amigos saem para a despedida, ele se levanta e acompanha.

O cachorro observa de longe, atrás da coroa de flores. E, em sinal de respeito, quando passa, primeiro se abaixa. E depois, logo acelera o passo. Tudo respeitosamente. E, de repente, ele começa a correr. Motivo: para poder começar todo o ritual novamente.

Isso porque existe uma nova família que necessita de carinho, de caridade.
E ele está pronto para acompanhar, de novo, em silêncio.

O cachorro sem nome, sem dono, está de guarda.
É anjo na capela. O melhor amigo do homem, corpo e da alma.

Liliane Cardoso / Márcio Muniz


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